ESTE BLOG É DEDICADO A TODOS OS POLICIAIS MILIARES, CIVIS E BOMBEIROS QUE LUTAM POR DIGNIDADE!
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27 de junho de 2013

Protesto de policiais civis incendeia Praça Sete no Centro de Belo Horizonte.



Centenas de policiais civis fecharam a Praça Sete, no Centro de BH, em manifestação na tarde desta terça-feira. De acordo com a BHTrans, a passeata saiu da Praça da Assembleia Legislativa, na Avenida Álvares 
Cabral, e seguiu pelas avenidas Professor Antônio Aleixo, Bias Fortes e São Paulo até a Avenida Afonso Pena, onde os dois sentidos ficaram interditados. Os protestantes penduraram faixas em torno do Pirulito e queimaram caixões no meio da via.

A categoria, que anunciou greve em 10 de junho, realizou assembleia geral no pátio da Assembleia Legislativa às 14h30 e, em seguida, decidiu seguir em passeata pela capital. Eles reivindicam a revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil, que define o plano de carreira da corporação, que já foi entregue à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para avaliação dos deputados estaduais.

Adilson Bispo, diretor de mobilização do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol/MG), afirma: “Decidimos que, enquanto a lei não for sancionada, não voltaremos ao trabalho normal. A greve está na mão do governo”. De acordo com o diretor, a greve está respeitando a legislação, que determina a escala mínima de 30%.

Trânsito


A manifestação durou pouco mais de uma hora e complicou o trânsito no Centro da capital. Militares do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran) , agentes da BHTrans e da Guarda Municipal foram até o local acompanhar o protesto e alertar motoristas sobre a interdição da via. Ainda segundo a BHTrans, a Avenida Amazonas, a partir da Rua São Paulo, também teve o trânsito bloqueado no sentido da Praça da Estação. O congestionamento também refletiu na Avenida Augusto de Lima, no sentido da Praça Raul Soares, na Rua dos Guajajaras, na Avenida Carandaí e na Avenida Professor Alfredo Balena.

Manifestantes queimam caixões no meio da Avenida Afonso Pena (Reprodução/BHTrans)












  






27 de junho de 2011

A cada 15 dias, um delegado desiste da carreira


A falta de funcionários na Polícia Civil é enorme e os locais de trabalho insalubres, segundo delegada Marilda Pansonato Pinheiro
A cada 15 dias um delegado da Polícia Civil desiste da carreira devido aos salários e condições insalubres, segundo a delegada Marilda Pansonato Pinheiro, presidente da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo).

Marilda defende que a falta de funcionários na Polícia Civil é enorme e os locais de trabalho insalubres.


15 de junho de 2011

Servidores fazem manifestação na sede do governo em MG



Eles também fecharam as duas pistas de um trecho da MG-010.
Entre as reivindicações, os servidores pedem reajuste salarial.

Do G1 MG

Servidores públicos estaduais fizeram uma manifestação nesta quarta-feira (15) na Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas. Em seguida, eles fecharam as duas pistas de um trecho da MG-010.
Trabalhadores da saúde, da educação, da Polícia Civil e representantes dos fiscais e agentes de tributos fizeram um ‘apitaço’ pela Cidade Administrativa. Eles se concentraram em frente aos prédios onde funcionam as secretarias de estado. Entre as reivindicações, os servidores pedem reajuste de salário e melhores condições de trabalho.

Fiscais
A assessoria do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG) informou que a categoria quer uma política de reajuste salarial anual e melhores condições de trabalho.
Polícia Civil
De acordo com informações do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado (Sindipol-MG), um dos pedidos da categoria é que o pagamento de escrivães e investigadores, que atualmente recebem salário-base de R$ 2.040, seja igualado ao dos peritos, cujo salário inicial é de R$ 4.420. Eles reivindicam também a equiparação do pagamento dos delegados, que atualmente recebem salário-base de R$ 5.700, com os dos promotores públicos, que têm salário base de R$ 21.000. A categoria pede, ainda, reajuste para os servidores administrativos, cujo salário-base é de cerca de R$ 540, segundo dados do sindicato.
O Governo de Minas Gerais propôs um reajuste de 74% à classe, sendo que o valor é escalonado e o último aumento vai ser concedido em 2015. Segundo a assessoria do governo, os policiais não recusaram e nem aceitaram oficialmente a proposta e nenhuma decisão será tomada até que o impasse seja resolvido.

14 de junho de 2011

Polícia Civil MG não aceita índice oferecido pelo Governo e intensifica a greve


Em Assembleia Geral da Categoria que foi caracterizada pela presença de aproximadamente 4.500 policiais, de todas as carreiras, que manifestaram de público sua presença e seu apoio e adesão ao movimento e que, usando apitos e narizes de palhaço, exteriorizaram sua indignação, contrariedade em relação a situação vivenciada pela Polícia Civil, de total abandono e indiferença por parte do Governo, que com uma proposição absurda, tentou debelar este legítimo movimento.

Em sua proposta, o Governo apresentou o seguinte:
 
10% - Dezembro de 2011
12% - Outubro de 2012
10% - Outubro de 2013
15% - Julho de 2014
12% - Dezembro de 2014
15% - Abril de 2015

Por unanimidade, os policiais recusaram tal proposta, denunciando que, realmente, este Governo faz tratamento diferenciado com os órgãos de Segurança Pública, privilegiando uns, destinando toda a atenção e alijando outro, relegando-o à indiferença, como é o caso da Polícia Civil. Outro assunto colocado em votação foi a retirada do DETRAN da estrutura organizacional da Polícia Civil, por se tratar de atividade meramente administrativa e arrecadatória, prejudicando o já parco efetivo da Instituição. A grande maioria votou favorável.
 
Durante a Assembleia houve contato da Chefia da Polícia informando de novas proposições do governo, quais sejam: elevação do índice de 7% para 10% e sua antecipação para outubro do ano em curso; foi colocado em votação e, por unanimidade, também foi rejeitada tal proposta e exigindo os policiais que o 
Governo nos trate com mais respeito e dignidade, recebendo os legítimos representantes para propostas que atendam às reivindicações contidas na pauta encaminhada anteriormente.
 
Mais uma vez o SINDPOL/MG e toda a categoria deixou claro que a luta não é restrita a salários, mas que busca também infraestrutura e condições dignas de trabalho, e tal proposta oferecida pelo Governo ignora nossa pauta discutida e deliberada no seio da Polícia Civil e não nos atende em nada neste sentido.
 
PM
Foi recebida a informação de que a Polícia Militar havia aceitado o índice proposto pelo Governo, foi interpretada pelos policiais civis em assembleia, como normal (se realmente for esta a vontade e o desejo legítimo de todos os policiais e entidades representativas). Os bravos companheiros da Polícia Militar também merecem a atenção e a valorização por parte do Governo. Uma vez satisfeitos com tal proposta, agora é a vez da Polícia Civil ser atendida na sua pauta pelo Governador. Não há nenhum problema em ficar por último, mas exigimos sermos atendidos naquilo que peticionamos, cada organização e corporação têm suas peculiaridades e pautas próprias. A nossa reivindicação é diferente da reivindicação da Polícia Militar, por isso a categoria policial civil deliberou pela manutenção da greve em um movimento permanente , que vem se mantendo desde janeiro de 2011: VALORIZAÇÃO!
 
Comoção 
Os policiais reunidos em Assembleia fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao companheiro Vladimir Batista Rocha, policial brutalmente assassinado há uma semana, vítima do salário de miséria, que não permite o sustento digno de sua família, forçando o policial a ter uma segunda jornada de subemprego para completar, com muito esforço,  seu orçamento familiar.
 

10 de junho de 2011

Policiais militares do Batalhão de Choque são repreendidos por usar camisas vermelhas


 
Policiais militares do Batalhão de Choque são repreendidos por usar camisas vermelhas


Cerca de 30 policiais militares do Batalhão de Choque tiveram a saída do plantão retardada na manhã desta sexta-feira em cerca de uma hora e meia porque usavam camisas vermelhas. O grupo, que deixaria o plantão às 8h foi chamado ao alojamento pelo comandante do batalhão, coronel Waldir Soares.
Segundo os policiais, o comandante disse que eles não poderiam usar vermelho para não associar a imagem do batalhão ao movimento dos bombeiros. Ele também os proibiu de sair em grupo da unidade.
Durante o discurso, ainda de acordo com os agentes, o coronel teria ameaçado de forma velada a transferência de quem utilizasse vermelho. O coronel teria dito que poderia conferir detalhadamente a produtividade de cada policial e ver que ela não estava condizente com o batalhão para, então, transferí-los. O grupo sairia do batalhão às 8h, após um serviço de 24h, mas só foi liberado às 9h30m, e gradualmente.

Fonte:O Globo

Fonte: http://policialbr.com/profiles/blogs/policiais-militares-do-1#ixzz1OtQ81ktE

9 de junho de 2011

PARABÉNS POLÍCIA CIVIL, VOCÊS REALMENTE TEM UMA LIDERANÇA DE PESO.

As lideranças que infelizmente colocamos no poder, armaram um verdadeiro circo ontem no ginasio polisportivo do COPM, onde no palco atuava os MÁGICOS politicos e presidentes de associações, digo mágicos, porque para acharem que o índice oferecido pelo governo era um índice satisfatório, é o mesmo que nos passar atestado de burro ou nos chamar de palhaços, na platéia se encontrava quem mais a criançada adora "OS PALHAÇOS" que somos nós, pelo menos é isso que os "MÁGICOS" pensam que somos. 


Do jeito que se iniciou a assembléia, deu para perceber que tudo já estava tramado e que os "TRAIDORES DA TROPA" já haviam aprovado antecipadamente a pauta de reajuste do governo, a assembléia se deu apenas para nos fazer de palhaços. Pois quem la esteve perceberam claramente que os lideres tentavam enrolar nós palhaços, começando pelo Ten Gonzaga e posteriormente o deputado Sgt Rodrigues, eles desfilaram um rosário e evitavam falar o índice do governo que naquele momento era o ator principal, fizeram de tudo para irritar a platéia e foi justamente o que aconteceu. 


O deputado Sgt Rodrigues chegou ao cúmulo de dizer que eles não falaram sobre o índice do governo porque ele ainda estava aguardando o resultado, pura enganação, se no dia anterior a assembléia os comandantes de batalhões ja sabiam do índice e ja estavam passando para a tropa e eles que são lideranças que estavam se reunindo com o governo quase que diariamente ainda não tinham o resultado? 


Meus amigos, eles estavam tentando como conseguiram, justamente deixar a tropa inquieta. Gente, eles não respeitaram nem os militares que viajaram horas e horas, como a equipe dos heróis da Pec 300, comandados pelo Sgt Zé Gonçalves e composta pelo Sgt fuiii, Sd Andre (esse inclusive com problemas para andar), Cb Fabio e sua esposa e tantos outros do Triângulo, Sgt Fininho, Cabo Anastácio e tantos outros colegas. meus amigos do Interior do estado, vocês são heróis e nossas corporações podem se orgulhar de vocês, não deixem a memória da Pec 300 se apagar, porque outro aumento "já era" pelo menos até 2015. 

PARABÉNS POLÍCIA CIVIL, VOCÊS REALMENTE TEM UMA LIDERANÇA DE PESO. BOMBEIROS DO RIO DE JANEIRO, NOS PERDOE POIS NÓS OS DESAPONTAMOS. NESSE TEATRO, NÓS FOMOS OS PALHAÇOS.