ESTE BLOG É DEDICADO A TODOS OS POLICIAIS MILIARES, CIVIS E BOMBEIROS QUE LUTAM POR DIGNIDADE!
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16 de setembro de 2011

Justiça manda soltar os líderes dos bombeiros


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rio - O Plantão Noturno do Tribunal de Justiça concedeu liminar para os líderes dos bombeiros, cabo Benevenuto Daciollo e capitão Alexandre Marchesine, na madrugada desta quinta-feira. Eles estavam presos desde a madrugada de quarta-feira no Grupamento Especial de Policiamento (Gepe), em Benfica, por desobediência ao código militar, quando pretendiam acampar em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio.

Os defensores públicos Luís Felipe Drummond e Daniel Lozoya alegaram ao plantão noturno do TJ que as prisões foram ilegais. A tese dos defensores diz que a ordem de prisão viola o direito de ir e vir e o direito de reunião, previstos na constituição. A alegação contesta a versão do comando do Corpo de Bombeiros que alegou prática de crime militar de desobediência. Fonte: O Dia

14 de setembro de 2011

RJ - Cabral manda prender líderes dos bombeiros

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

 
SOS Bombeiros - Cb BM Daciolo e Cap BM Marchesini estão presos - Todos para a ALERJ
Bombeiros seguem acampados em frente à Alerj, dizem manifestantes

Após protesto, dois líderes do movimento foram presos no Palácio Guanabara.
Uma nova manifestação deve acontecer nesta quarta-feira (14)

Cerca de 150 bombeiros seguem acampados nesta quarta-feira (14) em frente ao prédio da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Centro do Rio. As informações são de um dos porta- vozes do movimento "S.O.S Bombeiros", cabo Pedro Ivo. Uma equipe do 5º BPM (Praça Harmonia) está no local para assegurar que não haja tumulto.

Dois presos
Na terça-feira (13), os bombeiros fizeram um protesto em frente ao Palácio Guanabara, na Zona Sul. Segundo Pedro Ivo, os manifestantes chegaram a acampar em frente à sede do Governo do Rio, mas, após um pedido do comando da corporação, eles decidiram retornar e acampar em frente à Alerj. Apenas dois bombeiros permaneceram no Palácio: o cabo Beneveluto Daciolo e o capitão Alexandre Marquesini, dois líderes do movimento. Segundo o porta-voz, eles foram presos.
"Chamaram os dois no Palácio para conversar. Lá dentro foi dada voz de prisão para eles", disse Ivo, que disse não ter informação sobre o motivo da prisão.

Por volta das 4h40 desta quarta-feira (14), os dois bombeiros chegaram ao Grupamento Especial Prisional (GEP), em Benfica, na Zona Norte. As informações são de bombeiros que trabalham no local. Segundo eles, os dois manifestantes chegaram tranquilos e foram dormir.

De acordo com Pedro Ivo, ainda nesta quarta-feira (14), uma nova manifestação deve acontecer em frente à Alerj. Segundo ele, bombeiros de vários quartéis do estado devem comparecer ao protesto.

2 de agosto de 2011

Governo do Rio cede a pressão de bombeiros e garante vale-transporte para categoria










O Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (CBMERJ) assinou nesta terça-feira (2) um convênio com a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Rio de Janeiro (Fetranspor) para garantir à corporação direito ao vale-transporte (RioCard).

Segundo o governo estadual, 11.975 militares receberão cartões magnéticos contendo carga mensal de R$ 100 cada. O benefício estará disponível para uso daqui a um mês.

Para ter direito ao vale-transporte, os bombeiros devem atender determinados pré-requisitos que não foram especificados pela Secretaria de Defesa Civil. O CBMERJ possui atualmente cerca de 17 mil militares na ativa.

O acordo firmado entre o secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, e a entidade que reúne as empresas de transporte de passageiros valerá inicialmente até agosto do ano que vem. No entanto, há uma cláusula no contrato que determina a possibilidade de renovação por mais 12 meses.

"Esta é uma meta importante que conseguimos atingir, graças à sensibilidade do governador Sérgio Cabral, que aceitou todas as nossas argumentações. O governador mobilizou a Secretaria de Planejamento e Gestão e liberou recursos do Tesouro. De uma maneira muito ágil, conseguimos o entendimento com a Fetranspor para, em um curto prazo, levar este benefício, que é muito importante para a tropa", afirmou Simões.

O governo do Estado utilizará os recursos do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom), isto é, da taxa de incêndio paga pela população, para subsidiar as empresas da Fetranspor e viabilizar a medida.

A concessão de vale-transporte era apenas uma das exigências do movimento dos bombeiros, que também brigam por reajuste do piso salarial (R$ 2.000 líquidos), fim das gratificações e melhores condições de trabalho.

14 de julho de 2011

MENDONÇA PRADO CONVENCE BOMBEIROS DO RIO





Após muitas reuniões, o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados, deputado federal Mendonça Prado (DEM-SE), conversou com o principal líder do movimento dos bombeiros do Rio de Janeiro, Benevenuto Daciolo, para que o grupo voltasse no dia 09 de agosto de 2011 a Brasília, data estabelecida para a realização de uma grande manifestação unindo todos os policiais e bombeiros militares no Congresso Nacional em prol da PEC 300/08.

Os bombeiros do Rio chegaram à capital federal no dia 12 de julho com o objetivo de pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, para a inclusão da proposta na pauta do plenário. O grupo conversou com vários líderes partidários e com a assessoria da Presidência da República, pernoitou em frente ao Palácio do Planalto e fez greve de fome.

Todavia, em razão da suspensão das atividades no Congresso Nacional em vista do recesso parlamentar que se iniciará no dia 18 de julho, a PEC 300/08 não pôde ser incluída na pauta ainda esse mês. “Dialogamos com os bombeiros militares e fizemos uma solicitação para que não continuassem na greve de fome e no acampamento, já que temos uma programação para o dia 09 com várias lideranças de todo o país”, afirmou Mendonça Prado.

O grupo também tentou sensibilizar os líderes do PT, PSDB e PMDB para que assinassem o requerimento idealizado por Mendonça Prado. Marco Maia prometeu a inclusão da PEC 300/08 na Ordem do Dia, se todos os líderes partidários o solicitassem. Até o momento, 11 líderes partidários já assinaram o requerimento.
  
“Esse momento foi de extrema importância. Os bombeiros do Rio de Janeiro clamam por socorro. O dia 12 de julho foi um dia de vitória. Conseguimos uma aliança com a bancada evangélica. Saímos daqui de cabeça erguida, para que no dia 09 do mês de agosto venhamos ainda mais fortes e sólidos, na esperança de que a PEC 300 seja votada”, afirmou Daciolo.

Por estar apensada à PEC 446/09, a PEC 300/08 obrigatoriamente será analisada em conjunto, o que proporcionará maior rapidez na sua tramitação. Uma lei federal irá definir o valor do piso salarial, disciplinando também um fundo contábil constituído para esse fim.

Por Izys Moreira - Assessoria de Imprensa

2 de julho de 2011

DIA DO BOMBEIRO - 02/07 - "QUEM VIVE PARA PROTEGER MERECE RESPEITO E DIGNIDADE PARA VIVER"


Bom dia amigos, hoje é dia do Bombeiro, está é minha singela homenagem a todos.
Não importa a cidade, estado ou país, eles sempre estarão presentes para zelar e proteger a sociedade mesmo ao custo de sua própria vida.
Bombeiros em ação.avi


HOMENAGEM AOS BOMBEIROS
Bombeiros. Lição de vida.
Hino dos Bombeiros
Homenagen ao Bombeiro
ORAÇÃO DO BOMBEIRO - Vida de Bombeiro
ORAÇÃO DO BOMBEIRO MILITAR

29 de junho de 2011

LUTA DOS BOMBEIROS POR ANISTIA E PELA APROVAÇÃO DA PEC 300


Acordo permitirá votação da anistia a bombeiros do Rio na CCJ nesta quinta

Segundo deputados da bancada carioca, comissão votará projetos que anistiam bombeiros e policiais militares e os enviará diretamente ao Senado. Mais de 300 representantes da categoria devem acompanhar a sessão.
Elton Bomfim
Manifestação dos Bombeiros do Rio de Janeiro por salários melhores
Cerca de 300 bombeiros do Rio estão em Brasília e devem acompanhar a votação na CCJ.
 
Um acordo entre deputados da bancada carioca, líderes partidários e a Presidência da Câmara vai permitir a votação nesta quinta-feira (30) dos projetos que anistiam os cerca de 400 bombeiros e dois policiais militares do Rio de Janeiro presos durante manifestação por aumento de salários e que correm o risco de serem expulsos da corporação e condenados pela Justiça.

Os líderes concordaram em alterar o regime de tramitação das três propostas (PLs 1525, 1531 e 1555/11) analisadas na Câmara para que elas sejam votadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter conclusivo, sem necessidade de análise pelo Plenário. A manobra foi desenhada por deputados cariocas, líderes e pelo presidente da Câmara, Marco Maia, durante reunião na noite desta quarta-feira.

De acordo com o líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), a proposta será enviada rapidamente ao Senado porque as lideranças vão abrir mão do prazo de cinco sessões para a apresentação de recursos. “É um acordo de todos os líderes, não tem voz dissonante”, disse. Os deputados avaliaram que seria mais prático votar os projetos que já estão na Câmara do que aguardar a chegada da proposta aprovada pelo Senado.

Agilidade
Autor de um dos projetos, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) explicou que, como o projeto dos senadores precisa ser alterado, é mais ágil aprovar uma redação a contento na Câmara e mandar ao Senado. “A proposta aprovada pelo Senado, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), não anistia todos os manifestantes, por isso precisaria ser alterada aqui, e depois voltar ao Senado. Não se trata de uma questão de paternidade, mas de agilidade”, disse Molon.

Ele informou que os deputados querem que a anistia aprovada na Câmara beneficie todos os atos realizados entre março até a data da publicação da lei, enquanto o texto aprovado do Senado só dava o perdão a partir de abril.

Amanhã será apresentado um relatório sobre os projetos na hora da reunião da CCJ, segundo Molon, que não soube informar quem será responsável por unir as três propostas em um só texto.
As propostas tramitam apensadas ao PL 6882/10, do ex-deputado Eduardo Valverde (morto em março último), que inclui policiais de Rondônia na anistia da Lei 12.191/10. Elas estão sob análise da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, mas, pelo acordo, serão votadas apenas pela CCJ.
Marco Maia não quis dar declarações sobre o assunto, mas o acordo foi confirmado pela assessoria da Presidência.

Comemoração
Bombeiros comemoraram o acordo de líderes e chegaram a se emocionar durante a reunião. “Conseguimos concretizar o que viemos fazer aqui e todos os cerca de 300 bombeiros que vieram do Rio de Janeiro estarão presentes na reunião de amanhã”, disse o Capitão Marchesini, um dos porta-vozes dos manifestantes.

Segundo ele, a anistia é a garantia de que os bombeiros e policiais presos não serão expulsos ou punidos pela corporação, nem condenados pela Justiça Militar por terem realizado motim. Ele garantiu, no entanto, que a categoria não vai parar com as reivindicações. “A nossa luta só começou, queremos o piso salarial de R$ 2 mil para os bombeiros do Rio”, disse.
 
Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Marcos Rossi

Mendonça Prado discursa sobre a PEC 300 em Copacabana


"Eu errei quando chamei eles de vândalos", diz Cabral sobre bombeiros ( PURO JOGO POLÍTICO - grifo nosso)


Governador do RJ deu entrevista à rádio CBN na manhã desta quarta (29). Deputados da Alerj aprovaram anistia a agentes na noite de terça.

 













Do G1 RJ


O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou, em entrevista à rádio CBN, na manhã desta quarta-feira (29) que é a favor da anistia aos bombeiros presos após a invasão ao quartel central do Corpo de Bombeiros, no dia 3 de junho. "Eu errei quando chamei eles de vândalos. Eles erraram, se comportaram mal (na invasão do quartel), mas é uma instituição muito querida da população. Estou fazendo minha mea-culpa.  A anistia vai ao encontro desse desarmamento de espírito", disse o governador.

( Depois do Governador Sergio Cabral perceber que a população está do lado dos bombeiros, ele muda de opinião. Agora para o governador está em jogo sua posição de Governador e por isso AGORA, para ele, os bombeiros  nao são mais vândalos, nao! Ele precisa de votos  e da aceitação popular para se manter no poder!!! - ou seja - JOGO POLÍTICO!) grifo nosso

Os deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovaram, na noite de terça-feira (28), o projeto de lei 644/2011, que concede anistia administrativa aos mais de 400 bombeiros e a dois PMs presos. Isso significa que eles não poderão ser punidos pela corporação.

O projeto de lei foi aprovado por unanimidade pelos 60 deputados presentes e seguirá para sanção do governador Sérgio Cabral, que já prometeu sancioná-lo, segundo o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo (PMDB).
Projeto de anistia
Em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira, a Alerj informou que o projeto de lei 644/2011 é de autoria de 50 deputados. Os 12 deputados estaduais da base apelidada de "pró-bombeiros" não foram incluídos na autoria do projeto, o que causou insatisfação ao grupo. Antes da votação, os deputados da base governista trocaram farpas com os representantes da oposição.

Governador falou sobre acidente

Na mesma entrevista, o governador fez comentários sobre o acidente de helicóptero que vitimou a namorada de seu filho Marco Antônio Cabral, na Bahia, e outras seis pessoas. Cabral rebateu críticas de que estava com um empresário que tem contratos importantes com o governo do estado do Rio e de ter usado um avião de outro empresário para ir até o Nordeste. “Eu sempre procurei separar vida privada e vida pública. Jamais tomei decisão na vida pública misturando vida privada. Quero assumir esse debate de um código de conduta.
“A cidade do Rio de Janeiro tem investido muito, o governo federal tem investido muito, a Petrobras, empresas privadas têm investindo. Empresas estão vindo para o Rio de Janeiro. O que mais ouço é que o Rio vive uma dinâmica de crescimento muito rara. Todas as construtoras ganham, todas as empresas ganham. É um absurdo vincular elo de amizade entre mim e do Fernando (Cavendish, empresário dono de construtora), que é anterior ao meu mandato.

Royalties do petróleo

Cabral afirmou que na quinta-feira (30), ele e mais cinco governadores, entre eles os do Espírito Santo e da Bahia, vão se encontrar em Brasília para ter orientação sobre a divisão dos royalties do petróleo. “Vamos nos encontrar a pedido da presidenta Dilma para discurtimos este assunto com calma e tranquilidade. Dá para o Brasil e o estado do Rio ganharem ao mesmo tempo. Apesar de que o Rio, que produz esta riqueza, não ganhar o valor que deveria ganhar. Já a Bahia ganha muito mais e nem produz o petróleo”.
PM ferido no Morro da Coroa“As UPPs vieram para ficar. O caso da (do Morro) Coroa é um caso isolado. É um absurdo darem para menores de idade uma granada. Eles acabaram jogando contra os policiais e um PM teve a perna amputada e agora corre até o risco de perder a outra. Mas nós continuaremos com as UPPs e agora estamos pacificando a Mangueira, que é um território a ser celebrado”.

Quanto ao salário dos policiais, o governador disse que neste segundo semestre, todos receberam uma gratificação dobrada pelo excelente trabalho de contribuir para acabar com o crime: “Para estes policiais, nós queremos, junto com a política de metas que nós estabelecemos, reduzir cada vez mais o número de homicídios, latrocínios e roubo de veículos. E dobramos para este semestre a gratificação para eles. É uma contribuição mais que financeira, mas ética, profissional e moral”.
Greve dos professoresCabral também comentou a greve dos professores da rede estadual, que reivindicam reajustes salariais. “No meu primeiro mandato, houve um erro na escolha da coordenação e isso prejudicava muito a política dos professores. Mas agora o magistério está sendo incentivado. Há 12 anos eles não tinham um reajuste no salário. Estamos abertos para negociação”.

Alerj aprova anistia administrativa a bombeiros



Cabral prometeu sancionar o projeto, segundo o presidente da casa. Foram aprovados ainda reajuste e mudança de uso de Funesbom.

  G1 RJ
Bombeiros comparecem a sessão na Alerj (Foto: Tássia Thum/G1) 
Bombeiros acompanharam votação na Alerj
(Foto: Tássia Thum/G1)

Os deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovaram, na noite desta terça-feira (28), o projeto de lei 644/2011, que concede anistia administrativa aos mais de 400 bombeiros e a dois PMs presos após a invasão ao quartel central da Corpo de Bombeiros, no último dia 3. Isso significa que eles não poderão ser punidos pela corporação.

O projeto de lei foi aprovado por unanimidade pelos 60 deputados presentes e seguirá para sanção do governador Sérgio Cabral, que já prometeu sancioná-lo, segundo o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo (PMDB).

Paulo Melo adiantou ainda que o governo já acenou também para a possibilidade de dar o vale-transporte, uma das principais reivindicações da categoria. No entanto, ele não confirmou de onde sairá o recurso para o pagamento.

O deputado informou também que a questão deverá ser conduzida pelo secretário estadual de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões.
 
Projeto

Em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira, a Alerj informou que o projeto de lei 644/2011 é de autoria de 50 deputados. Os 12 deputados estaduais da base apelidada de "pró-bombeiros" não foram incluídos na autoria do projeto, o que causou insatisfação ao grupo. Antes da votação, os deputados da base governista trocaram farpas com os representantes da oposição.

Muitos bombeiros que compareceram ao plenário da Alerj para acompanhar as votações comemoraram a decisão, cantando o hino da corporação e gritos de guerra. Eles foram ao plenário com camisas vermelhas e cartazes pedindo a anistia criminal e administrativa aos mais de 400 colegas que foram presos.
 
Reajuste de 5,58% e Funesbom
Mais cedo, os deputados aprovaram a antecipação para julho do reajuste de 5,58% para os bombeiros e funcionários do setor da segurança do estado, como policiais militares e civis, que também será encaminhado para a sanção de Cabral. Anteriormente, o projeto havia recebido 32 emendas, mas nenhuma delas foi aprovada.

Também foi aprovado o projeto de lei que modifica a finalidade de uso do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom). Com isso, parte do fundo pode ser usado para pagamento de gratificações aos bombeiros. Antes, o fundo era utilizado para a compra de equipamentos para a corporação. O projeto, que foi aprovado com o texto original, também seguirá para a sanção do governador.
No entanto, os bombeiros são contra as gratificações e querem o aumento do piso salarial de R$ 950 para R$ 2 mil líquido. E também reivindicam o vale-transporte.
 
Senado aprova anistia
Carreata dos bombeiros no Rio (Foto: Bernardo Tabak/G1) 
Pelo menos 100 carros de passeio participaram do
protesto dos bombeiros (Foto: Bernardo Tabak/G1)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, no dia 22, um projeto de lei que anistia os bombeiros do Rio de infrações previstas no Código Penal Militar e no Código Penal. O projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo (sem necessidade de ser aprovada em plenário) e segue para análise da Câmara dos Deputados. Se aprovada pelos deputados, a proposta vai à sanção presidencial.

No último domingo (26), centenas de bombeiros fizeram uma passeata pedindo a anistia criminal e administrativa. Professores da rede estadual de ensino, policiais militares e funcionários públicos também participaram do protesto. Depois da caminhada, os bombeiros fizeram uma carreata da Zona Sul a Zona Oeste.

28 de junho de 2011

Líderes dos bombeiros do Rio se reúnem com Comissão de Segurança


Os líderes do movimento dos bombeiros militares do Rio de Janeiro se reúnem hoje com o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), e com integrantes da comissão. O encontro será realizado às 16 horas na sala de reuniões da comissão.

O cabo Benevenuto Daciolo, principal representante do protesto por melhores salários e condições de trabalho realizado no quartel central da corporação no início do mês, vai iniciar em Brasília uma campanha para aprovar a anistia dos 439 bombeiros presos na manifestação.
P
rojetos em tramitação
Na Câmara, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) apresentou um projeto de lei (PL 1524/11) para a concessão de anistia aos bombeiros militares do estado do Rio punidos por participar de movimentos reivindicatórios. O projeto tramita em conjunto com o PL 6882/10.

Proposta no mesmo sentido (PLS 325/11), de autoria do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), foi aprovada na última quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal em decisão terminativa.

Após o encontro, os líderes do movimento e os parlamentares concederão entrevista coletiva.

Íntegra da proposta:

27 de junho de 2011

Cabral dá isenção fiscal a motel, termas e ao seu cabeleireiro

Reprodução da Folha de S.Paulo
Reprodução da Folha de S.Paulo


A matéria de hoje da Folha de S.Paulo assinada pelos jornalistas Ítalo Nogueira e Marco Antônio Martins, sob o título: “Renúncias fiscais de Cabral vão de boate a cabeleireiro” dá idéia da irresponsabilidade fiscal e da falta de prioridades no uso do dinheiro público. Entre 2007 e 2010 deixaram de entrar nos cofres do Estado, R$ 50 bilhões. Os dados são da secretaria estadual de Fazenda e mostram que boates, motéis, postos de gasolina, termas e até cabeleireiros foram beneficiados com a isenção de impostos. O montante da renúncia fiscal cresceu 72% em 2010, em relação a 2007, primeiro ano do governo Cabral. Os R$ 50 bilhões já são mais do que a metade da receita tributária que foi de R$ 97 bilhões no mesmo período.

Agora vejam que coisa formidável. Uma das empresas beneficiadas é Werner Coiffeur, que nos últimos anos cuidou dos cabelos de Adriana Ancelmo e do próprio Sérgio Cabral. Werner contou à Veja, que Cabral e Adriana mandam apanhá-lo de helicóptero para cuidar dos cabelos do casal em Mangaratiba. A renúncia em favor do cabeleireiro Werner chegou a R$ 336 mil reais, segundo o relatório da secretaria de Fazenda. Que absurdo!

Absurdo maior ainda é caso do incentivo fiscal concedido à Termas Monte Carlo e à Termas Solarium. É isso mesmo que você está lendo. Acredite! Termas. A Termas Monte Carlo, que fica em Copacabana, no seu site oferece fotos de camas e banheiras. A Termas Solarium, localizada no Jardim Botânico vai mais longe: oferece discrição, saunas e massagens. É uma imoralidade com o dinheiro público. A Monte Carlo ganhou isenção de R$ 109 mil e a Solarium de R$ 316 mil.

Diante do salário pago aos bombeiros, policiais, professores e médicos, isso chega a ser um tapa na cara do funcionalismo estadual e um deboche com a população.

Revista Época mostra uma parte do mar de lama de Cabral



É claro, que a Época, pertencendo às Organizações Globo começa a matéria falando de uma popularidade de Cabral, que todos sabem que sempre foi irreal. Cabral se elegeu não foi por ser popular, muito pelo contrário. Todos sabem que “comprou” a eleição com a blindagem da mídia e outras interferências. Mas, afinal a Época fez parte desse jogo, não ia dizer outra coisa, e é claro, poupa Cabral de muitas outras acusações comprometedoras.

De qualquer forma vale a pena ler. São 6 páginas que mostram uma parte do mar de lama. Vocês estão surpresos? Eles não são bobos, a situação de Cabral chegou a um ponto que, se continuar piorando e mais denúncias aparecerem não tem volta. Pelo jeito eles já admitem essa possibilidade e estão preparando o terreno. Mas vejam abaixo na íntegra.



Governo luta para evitar aprovação de PEC que unifica salários das polícias



Edson Luiz - Correio Brasiliense



Pressão no plenário, ano passado, ajudou aprovação em primeiro turno (Iano Andrade/C|B/D.A.Press - 2/2/10)
Pressão no plenário, ano passado, ajudou aprovação em primeiro turno 
 
Antes do recesso parlamentar, com previsão para começar em 15 de julho, o governo terá uma longa batalha a fim de evitar que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que unifica os salários das polícias estaduais seja levada a plenário. Representantes da categoria pressionam os deputados federais de seus estados a assinarem um requerimento para que o projeto seja votado em segundo turno o mais rápido possível. A PEC 300, como é conhecida, já esteve em pauta em março do ano passado e foi aprovada em uma primeira votação, mas com várias modificações em relação ao texto original. Segundo a Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), pelo menos 460 parlamentares já aderiram ao movimento.

Um grupo de policiais civis, militares e bombeiros militares programa para 5 de julho uma manifestação em Brasília para entregar o requerimento ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). “Até agora, 460 deputados assinaram o documento pedindo que a matéria seja colocada em votação em segundo turno, mas o número de parlamentares deve aumentar, já que falta a coleta em alguns estados, como o Rio de Janeiro”, explica o presidente da confederação, Jânio Bosco Gandra.

Os representantes dos policiais admitem não discutir a questão salarial nos próximos meses, caso o governo e o presidente da Câmara garantam que a proposta seja votada em segundo turno. “Queremos que isso ocorra ainda antes do recesso, quando começa a mobilização de várias entidades em Brasília”, diz o dirigente da Cobrapol. “Estamos trabalhando por etapa e o valor do piso salarial único será definido depois”, acrescenta.

No início da semana, o governo se movimentou para evitar que a PEC 300 seja aprovada. O Palácio do Planalto tenta convencer os governos estaduais de sua base a pressionarem os deputados a não votar, sob o argumento de que a aprovação significaria um impacto de R$ 50 bilhões anuais no Orçamento. Porém um dos argumentos dos estados é justamente o de que a PEC tinha apoio incondicional do ex-ministro da Justiça Tarso Genro — hoje governador do Rio Grande do Sul.

Teto de vidro
No texto inicial, a PEC 300 fixava salários de R$ 3,5 mil para policiais que ocupavam cargos básicos e R$ 7 mil para cargos de confiança. Na votação em primeiro turno, ano passado, a apresentação de destaques tirou os valores fixados. Em 2010, centenas de policiais ocuparam a Câmara e chegaram a acampar no Salão Verde. O protesto era pelo fato de os parlamentares não terem votado a matéria em segundo turno, como estava definido.

Remuneração da PM

O DF é onde a PM recebe maior salário inicial, segundo entidades ligadas ao setor
UF Salário base (R$)
Distrito Federal - 4.129.73
Sergipe - 3.012
Goiás - 2.722
Mato Grosso do Sul - 2.176
São Paulo - 2.387
Paraná - 2.128
Amapá - 2.070
Minas Gerais - 2.041
Maranhão - 2.037,39
Bahia - 1.984,23
Alagoas - 1.818,56
Rio Grande do Norte - 1.815
Espírito Santo - 1.801,14
Mato Grosso - 1.796,71
Santa Catarina - 1.600
Tocantins - 1.572
Amazonas 1.546
Ceará - 1.529
Roraima - 1.526,91
Piauí - 1.372
Pernambuco - 1.331
Acre - 1.299,81
Paraíba - 1.297,88
Rondônia - 1.251
Pará - 1.215
Rio Grande do Sul - 1.172
Rio de Janeiro - 1.137,49

26 de junho de 2011

Bombeiros doam sangue em agradecimento ao apoio da população no Rio


Foto: Fabio Motta/AE Zoom Bombeiros se reuniram para doar sangue pela manhã, no Rio  
Bombeiros se reuniram para doar sangue pela manhã, no Rio


mundo@eband.com.br

Bombeiros do Rio de Janeiro doaram sangue no Hemorio (Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro), no centro da cidade, nesta sexta-feira. O ato foi em agradecimento ao apoio e solidariedade da população fluminense durante a greve da categoria.

Os bombeiros recolheram assinaturas do lado de fora do instituto pela anistia dos mais de 400 bombeiros presos por invadirem o quartel central.

O projeto que anistia dos bombeiros militares do Rio de Janeiro, punidos por participarem de movimento no dia 1º de junho, por melhoria salarial, foi aprovado nesta quarta-feira pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), em decisão terminativa.
Receberam anistia os 439 bombeiros presos durante após ocuparem o quartel central do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.

Conforme explica o autor da matéria, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), a proposta visa dar base legal a entendimento no mesmo sentido, adotado pelo governo do estado.

Redatora: Bárbara Forte

24 de junho de 2011

Crise dos bombeiros pode se espalhar pelo país


A demora na votação da PEC 300, que estabelece piso salarial para policiais e bombeiros, pode fazer com que manifestações como a que aconteceu no Rio há alguns dias se espalhem pelo país. É o que alertam deputados envolvidos com o tema

Roosewelt Pinheiro/ABr
Deputados alertam que demora na votação da PEC 300 podem levar a protestos de policiais e bombeiros pelo país




















Mário Coelho

No início do mês, cerca de 2 mil bombeiros invadiram um quartel no Rio, numa das mais graves manifestações de protesto envolvendo corporações militares nos últimos tempos. A crise dos bombeiros do Rio poderá não ser um caso isolado. A demora na votação da PEC 300, que cria o piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares, pode fazer com que o rastilho aceso no Rio de Janeiro se espalhe pelo país. É o que alertam dois deputados envolvidos com o tema no Congresso Nacional, ouvidos pelo Congresso em Foco. "Infelizmente, a demora vai acabar ocasionando novas situações como a do Rio de Janeiro", afirmou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

No início de junho, cerca de 2 mil integrantes da corporação, acompanhados de mulheres e crianças, ocuparam o Quartel Central do Corpo de Bombeiros, no centro da capital fluminense. O protesto era para chamar a atenção para reivindicações da categoria, em especial aumento salarial. Em razão do protesto, 439 bombeiros foram presos.
Senado aprova anistia a bombeiros do Rio de Janeiro

A opinião de Faria de Sá é a mesma do presidente da Comissão de Segurança da Câmara, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), que se reuniu com o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), na quarta-feira (22) pela manhã. Ele ressaltou ao petista que, se não houver um cronograma de votação da PEC 300 até 5 de julho, conflitos podem ocorrer. A data foi estabelecida pelas próprias categorias durante audiência pública realizada pela comissão no início do mês.

“É preciso votar a matéria em segundo turno na Câmara para evitar manifestações e atos de revolta por parte dos policiais. Não é possível que um profissional de segurança em Estados ricos ganhe
apenas R$ 900,00. Esse é um salário indigno para quem arrisca a vida diariamente”, afirmou. De acordo com integrantes do movimento dos policiais e bombeiros militares, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo possuem os piores salários do país.


O presidente da Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300, deputado Otoniel Lima (PRB-SP), disse na audiência pública no início do mês que pretendia evitar o clima de enfrentamento que ocorreu na Câmara no ano passado. Após muitas negociações, a PEC 300 foi aprovada em primeiro turno pelo plenário em março de 2010. Na época, confusões não faltaram. Manifestantes fecharam o trânsito de Brasília e até entraram em confronto com seguranças da Casa.

No entanto, caso a PEC não seja votada logo, as manifestações devem voltar à capital do país. Integrantes do movimento passaram a ter restrições para circular na Câmara. Na audiência pública, ficaram praticamente confinados ao auditório onde aconteceu a discussão. O receio da Polícia Legislativa é que novos momentos de tensão voltem a ocorrer quando a PEC 300 estiver em discussão.

“Se até o dia 05 de julho não ficar estabelecido um calendário para a PEC 300, eu vou informar aos líderes que a Câmara não quer votar absolutamente nada e que o desejo é de procrastinar a discussão.  Esse processo chegou a um limite que nós não aguentamos mais. Os policiais estão se sentindo traídos pelo Parlamento e eu não vou contribuir para esse sentimento negativo. Acho que o parlamento deve votar para aprovar ou rejeitar, o que não pode é ficar nessa situação ridícula de ilusão. Isso é um absurdo”, afirmou Mendonça Prado.

Volta a pressão dos policiais pela PEC 300

Dúvidas

Para justificar a criação do fundo, deputados defensores da PEC 300 usam o exemplo do Distrito Federal. A capital do país recebe do governo federal uma verba para custear despesas de educação, saúde e segurança pública. Em 2010, o valor foi de aproximadamente R$ 7,6 bilhões. Brasília tem os policiais mais bem pagos da Federação. Um soldado da PM recebe cerca de R$ 4,2 mil de salário bruto mensal.

Apesar da movimentação de parlamentares para que a votação da PEC 300 seja concluída, a probabilidade é que isso não aconteça tão cedo. O governo federal não quer votar o piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares com receio do tamanho da conta. Os valores estimados chegam a R$ 40 bilhões anuais para financiar a diferença nos vencimentos. Além disso, os governadores não querem arcar com mais um piso nacional, no mesmo modelo dos professores.

“Existe uma pressão muito grande dos estados para que a PEC não seja votada”, afirmou o vice-líder do governo na Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). Segundo o peemedebista, a legalidade do piso constitucional, mesmo que por meio de PEC, está sendo estudada. 

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o piso para professores constitucional. O receio do governo é que, depois do magistério e dos policiais, outras categorias reivindiquem o mesmo tratamento. E que a conta tenha como endereço o Tesouro Nacional.

Os temas serão tratados pela comissão especial criada por Marco Maia para tratar da PEC 300 e de outras propostas relacionadas com segurança pública. O presidente da comissão especial será Arnaldo Faria de Sá, que terá prazo de três meses para elaborar um relatório sobre as propostas. 

“Ele terá a responsabilidade de ouvir governadores, ouvir as entidades e buscar acordos e entendimentos que viabilizem a votação da PEC 300. A PEC prevê que o governo mandará um projeto regulamentando os seus artigos, então nós queremos adiantar o debate”, explicou Maia.

Segundo o petebista, os governadores e secretários estaduais serão chamados para poder subsidiar um levantamento completo da situação financeira das categorias. “Vamos chamar os governadores para saber quanto cada um paga, quanto pode pagar. Aí, teremos o tamanho da conta”, disse o deputado. Até agora, a comissão não foi instalada. Falta ainda o PT indicar seus integrantes. Caso isso não aconteça até sexta-feira (24), os nomes serão apontados pelo presidente da Câmara.

23 de junho de 2011

Comissão aprova anistia a bombeiros

Como a aprovação ocorreu sob regime terminativo, o texto passará diretamente para a Câmara dos Deputados. O presidente da CCJ, Eunício Oliveira, comparou os bombeiros a anjos

O movimento reivindicatório ganhou apoio da população carioca  (RUDY TRINDADE/AE) O movimento reivindicatório ganhou apoio da população carioca (RUDY TRINDADE/AE)
 
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou ontem por unanimidade, em Brasília, projeto de lei de iniciativa do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que concede anistia aos 439 bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, punidos por participar do movimento reivindicatório por melhoria de vencimentos e de condições de trabalho. A anistia beneficia os punidos entre o dia 1º deste mês e a data de publicação da lei.

Como a aprovação ocorreu sob regime terminativo, o texto poderá ser submetido diretamente à Câmara dos Deputados, sem ser votado no plenário do Senado, se não houver recursos contrário de pelo menos oito integrantes da câmara alta. Farias declarou que “a prisão dos bombeiros foi um equívoco: os bombeiros são heróis e não podem ser tratados como bandidos. A anistia atende às expectativas da população do Rio de Janeiro e do Brasil”, afirmou.

O relator da proposta, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), incluiu uma emenda especificando que a anistia abrange os crimes previstos no Código Penal Militar e as infrações disciplinares conexas, excluindo os delitos definidos no Código Penal e nas leis penais especiais. O presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB), reconheceu que, no episódio os bombeiros “podem ter se exacerbado: Mas bombeiros são verdadeiros anjos que protegem a vida das pessoas”, alegou. Ao punir os bombeiros, o governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), justificou a decisão à “imprudência” e à “imensa irresponsabilidade” com que eles agiram ao invadir o quartel da corporação.

A rapidez com que a CCJ aprovou a anistia também foi interpretada por aliados do governador Sérgio Cabral (PMBD) como uma saída política negociada com o peemedebista - já que, pela Constituição Federal, ele não pode anistiar os bombeiros. Cabral enfrenta forte desgaste popular desde o episódio da prisão dos bombeiros. “Agora o governo do Estado tem uma chance de acabar com esse impasse”. disse Lindberg. (das agências de notícias)

O quê
ENTENDA A NOTÍCIA

Mesmo depois de terem sido chamados de "vândalos" pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) após a invasão do Quartel Central da corporação, os bombeiros do Rio de Janeiro contam com a simpatia de boa parte da população carioca.

21 de junho de 2011

Sérgio Cabral convoca bombeiros para ajudar nas buscas pela namorada do filho



Coronel Sérgio Simões, comandante dos bombeiros (de jaqueta clara), conversa com a tropa no Aeroporto Santos Dumont Foto: Luís Alvarenga

O governador Sérgio Cabral convocou os bombeiros do Rio de Janeiro para auxiliar nas buscas das três pessoas desaparecidas após a queda de um helicóptero em Trancoso, distrito de Porto Seguro (BA), na noite de sexta-feira. Um dos passageiros não encontrados é Mariana Noleto, de 20 anos, namorada de Marco Antônio Cabral, filho de Cabral. A tropa está de prontidão e pode ir à Bahia na manhã de hoje. No acidente, quatro pessoas morreram.

No início da noite deste domingo, cerca de 15 bombeiros, incluindo o comandante-geral da corporação, coronel Sérgio Simões, foram ao Aeroporto Santos Dumont para voar para a Bahia. O grupo chegou a entrar no escritório de uma empresa de táxi aéreo. Mas, na última hora, a missão foi adiada.
— Vamos ficar aquartelados e aguardar até amanhã (hoje) de manhã para decidir se vamos — disse o coronel.

Caso os bombeiros do Rio ajudem nas buscas, que estão sendo comandadas pela Marinha, serão enviados oito homens da Divisão de Operações Subaquáticas do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS). Eles deverão levar equipamentos individuais para o mergulho no litoral baiano.
No acidente, morreram Fernanda Kfuri, de 35 anos, e o filho Gabriel, de 2 anos e 10 meses, Lucas Kfuri, de 3, e Norma Batista de Assunção, de 49, babá das crianças. A namorada do filho do governador, o piloto Marcelo Mattoso de Almeida e Jordana Kfuri, mulher do empreiteiro Fernando Cavendish, estão desaparecidos.

Ajuda após protestos
A convocação dos bombeiros para auxiliar nas buscas ocorre 15 dias após o auge dos protestos por melhores salários dos integrantes da corporação, que resultaram na invasão do quartel central e na prisão de 429 bombeiros. Na ocasião, Cabral chamou os manifestantes de “vândalos” e “irresponsáveis”.

Nenhum dos bombeiros que foram ao aeroporto estava entre os presos durante as manifestações. Mas cinco deles estavam com a cabeça raspada, o que, segundo os integrantes da corporação, demonstra solidariedade ao movimento.

— Eles (bombeiros da Bahia) ganham mais do que a gente, mas nós é que somos chamados para resolver — afirmou um bombeiro que estava no aeroporto.

O salário de um soldado dos bombeiros da Bahia é de R$ 1.900. No Rio, é de R$ 943. Ao sair do aeroporto, o coronel Sérgio Simões cumprimentou os bombeiros um a um. Eles disseram estar à disposição para ajudar nas buscas.

Corpo de Mariana Noleto, namorada do filho do governador Sergio Cabral é enterrado no Rio


Marco Antonio Cabral, namorado de Mariana Noleto e filho do governador Sérgio Cabral, chorou copiosamente no enterroFoto: Marco Antonio Cavalcanti / O Globo
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135 Comentários

  • curioso
    Qual a idade do filho de Cabral? SEgundo os jornais ele namorava a menina que faleceu a 7 anos, ou seja, desde os 13 anos dela.
  • verdade
    Quando passar o luto, espero que o governador explique o que fazia em plena sexta-feira na Bahia, viajando no jato do Eike Batista e pro resort do empresário que leva mais dinheiro do nosso estado.
  • OFENDIDO
    É isso sr DESGOVERNADOR...Meus sentimentos aos familiares das vítimas...Mas agora o sr tragicamente experimenta a dor que seus subordinados acompanham TODOS os dias...Pense um pouquinho no próximo porque cada lágrima derramada por um cidadão fluminense decorrente de sua omissão lhe será cobrada.QUE DEUS CONFORTE OS CORAÇÕES E DÊ PAZ!
  • Gisélia
    Tudo muito triste. Que Deus conforte os corações de todos parentes e amigos.
  • glauco
    como sao as coisas da vida ne ontem os bombeiros eram vandalos incosequentes hoje o proprio sergio cabral solicita os mesmos para ajuda-lo so para lembrar que bombeiro ajuda todas as classes sociais desde o presidente ao probre usuario de crak que esta jogado debaixo do viaduto. detestei a noticia da tragedia mas sao coisas da vida para mostrar que niguem esta imune . meus sentimentos aos familiares.
  • Michelle
    Que deus abençoe essa familia..
  • CIDADÃO
    Sergio Cabral é momento de refletir,não seja mais um homem corrupto,tenha respeito pelos POBRES,dinheiro não é tudo...

20 de junho de 2011

PEC 300: O sonho não acabou



 
Especialistas em Segurança Pública garantem que a crise entre o Governo do Rio de Janeiro e bombeiros militares é apenas o início de uma escalada de protestos. Agora, os bombeiros de São Paulo iniciam suas reivindicações. A insatisfação é generalizada. Em todo o Brasil, policiais e bombeiros militares ampliam os movimentos.
Desta forma, a Proposta de Emenda Constitucional que fixa um piso salarial nacional para bombeiros e policiais militares, conhecida como PEC 300, voltou à pauta da Câmara e já esquenta a temperatura política no plenário Ulisses Guimarães. A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE), está acompanhando tudo, com o apoio da Associação Nacional de Praças (ANASPRA).  
Após meses sem nenhum debate sobre o tema, a Mesa Diretora do Congresso Nacional já providenciou a criação de uma comissão especial para tratar do assunto. O piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares foi  amplamente debatido em Audiência Pública, realizada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, no dia 31/05.  
Também no dia 31/05, foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300. A mesa diretora da frente será formada pelos seguintes deputados: Otoniel Lima, presidente; André Moura (PSC-SE), vice-presidente; Arnaldo Faria de Sá, 2º vice-presidente; Mendonça Prado, secretário-geral; Delegado Protógenes, 2º secretário; Lincoln Portela (PR-MG), 3º secretário; Perpétua Almeida, 4a secretária; Fernando Francischini, consultor jurídico.

Situação da PEC 300 - A PEC 300/08 tramita em conjunto com a PEC 446/09. Esse texto prevê um piso provisório (entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil) até que a lei entre em vigor. A proposta acrescenta dois parágrafos ao artigo 144 da Constituição. Um deles estabelece a existência de um piso nacional para policiais e bombeiros militares. O outro prevê uma lei que regulará o valor do piso e de um fundo contábil para financiar o pagamento do salário.

A medida chegou a ser aprovada em primeiro turno na Câmara em março de 2010, mas ainda é necessária a aprovação em segundo turno, por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). O que dificulta a segunda etapa de votação é que o custo do piso unificado chega a R$ 43 bilhões. E, desse valor, R$ 20 bilhões teriam que ser arcados pelos governos estaduais, que garantem não ter como assumir esse compromisso.

O Plenário ainda precisa votar quatro destaques que modificam a proposta aprovada. Mecanismo pelo qual os deputados podem retirar (destacar) parte da proposição a ser votada, ou uma emenda apresentada ao texto, para ir a voto depois da aprovação do texto principal.

Os destaques apresentados modificam bastante a proposta aprovada, inclusive as questões fundamentais do acordo: dois destaques retiram do texto o valor do piso, estabelecido na proposta em R$ 3,5 mil para os ocupantes de cargos básicos e em R$ 7 mil para os cargos de direção; e outros dois derrubam o fundo e a participação da União nos pagamentos.

Ainda no ano passado, o governo anunciou que era contra o piso provisório e que iria propor um novo texto para a PEC. No entanto, a inquietação dos militares estaduais em todo o Brasil vem demonstrando a necessidade da retomada da discussão e, principalmente, a retomada da luta. Juntos somos fortes. O sonho não acabou.

FONTE: http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000937

Mais de 2000 artigos publicados na internet sobre a maior mobilização de bombeiros do Brasil


O Governo do Rio(PMDB) tem um talento especial em transformar uma mobilização democrática em uma bomba negativa para sua gestão e ainda afetar o Brasil inteiro com a repercussão internacional.  Perde uma excelente oportunidade de ter uma vinculação positiva do Brasil sobre o Rio. O mais impressionante é o orgulho que se tem de agir de tal maneira. Essa não é a estratégia política mais inteligente(se é que é uma) de gerenciar uma crise. Ainda mais do Estado que é referência para todo mundo do Brasil.


O Governo do Rio(PMDB) tem um talento especial em transformar uma mobilização democrática em uma bomba negativa para sua gestão e ainda afetar o Brasil inteiro com a repercussão internacional.  Perde uma excelente oportunidade de ter uma vinculação positiva do Brasil sobre o Rio. O mais impressionante é o orgulho que se tem de agir de tal maneira. Não há dúvidas que o Estado é forte o suficiente para conter qualquer manifestação que seja, mas essa não é a estratégia política mais inteligente(se é que é uma) de gerenciar uma crise. Ainda mais do Estado que é referência para todo mundo do Brasil.





Site americano divulga a notícia:


O piso de um bombeiro carioca é hoje R$ 950 bruto. Um absurdo sem igual.  Me parece que essa maneira tirana de tratar mobilizações são características comuns em Estados governados pelo PMDB. Como já aconteceu em Goiás, onde policiais e bombeiros mais antigos não deixam as novas gerações esquecerem das perseguições que aconteceram no passado. “E por isso o PMDB em Goiás não governa mais!.”
Todo funcionário público em Goiás é um formador de opinião em potencial.  E a mobilização geralmente não é apenas de uma categoria, mas de todas que ocorrem juntas.

A notícia alcançou mais de 200 veículos de comunicação a nível nacional além do mundo todo. O fato não era novidade para ninguém e só chegou ao extremo de OCUPAREM e não invadirem o quartel devido o pouco caso que houve para negociar do governo carioca.

Através de uma gestão inteligente com auxilio das  mídias sociais  é possível qualquer  governo prevê uma crise e agir proativamente em relação a isso o que seria possível verificar que o  estado com o segundo maior PIB do Brasil também  era o que pior paga.

Confira a lista CORRETA com salários brutos dos bombeiros no Brasil:
01º – Brasília – R$ 4.129.73
02º – Sergipe – R$ 3.012.00
03º – Tocantins – R$ 2.950.00
04º – Goiás – R$ 2.722.00
05º – Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00
06º – São Paulo – R$ 2.170.00
07º – Paraná – R$ 2.128,00 1
08º – Amapá – R$ 2.070.00
09º – Minas Gerais – R$ 2.041.00
10º – Maranhão- R$ 2.037.39
11º – Bahia – inicial – R$ 1.927.00
12º – Alagoas – R$ 1.818.56
13º – Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00
14º – Espírito Santo – R$ 1.801.14
15º – Mato Grosso – R$ 1.779.00
16º – Santa Catarina – R$ 1.600.00
17º – Amazonas – R$ 1.546.00
18º – Ceará – R$ 1.529,00
19º – Roraima – R$ 1.526.91
20º – Piauí – R$ 1.372.00
21º – Pernambuco – R$ 1.331.00
22º – Acre – R$ 1.299.81
23º – Paraíba – R$ 1.297.88
24º – Rondônia – R$ 1.251.00
25º – Pará – R$ 1.215,00
26º – Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00
27º – Rio de Janeiro – R$ 950,00